Archive for setembro \26\UTC 2007

2 Bilhões

quarta-feira, 26/09/2007

Pois é, fiquei sabendo que existem 2 bilhões diferentes.

O primeiro bilhão, e é o que eu conhecia, é 1000 vezes 1 milhão, que resulta em um número com 9 zeros: 1.000.000.000.

Já o segundo bilhão, que segundo fiquei sabendo é bastante utilizado na europa, representa 1 milhão de milhões – 1.000.000 x 1.000.000 – e resulta em um número com 12 zeros: 1.000.000.000.000.

Vocês podem saber mais curiosidades sobre isso aqui.

O mais curioso é que eu pensava em ir para Inglaterra e ficar rico e acabei descobrindo que, no fim das contas, posso ficar mais rico ainda.

🙂

PAI Rico, PAI Pobre – Capítulo 1

terça-feira, 25/09/2007

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Neste capítulo Robert Kiyosaki conta como foi ter dois pais, e é daí que vem o nome do livro.

O autor conta que devido ao fato de ter tido dois pais com pensamentos tão contrastantes, pode ouvir, analisar, e ver o real resultado do que cada um lhe dizia sobre o mundo das finanças.

No começo, ambos os pais estavam em um patamar próximo, mas alguns anos depois um deles havia se tornado o homem mais rico do Havaí enquanto o outro ainda fazia contas para pagar as dívidas no fim do mês.

Curiosamente o pai pobre de Robert Kiyosaki era o mais pobre e também o mais estudado. Seu pai biológico era professor com PhD e graduação, e sempre acreditou que o filho deveria estudar, tirar boas notas e conseguir um bom emprego.

Já o outro pai dele – depois veremos que era o pai de um amigo – que não tinha o segundo grau completo, se tornou o mais rico do estado e o aconselhava a estudar para adiquirir os conhecimentos que achasse necessário sobre algo, mas não para conseguir um título.

Ele teve a sorte de poder acompanhar a evolução – ou não – dos dois desde muito cedo e por muito tempo: dos 9 aos 39 anos. Com isso ele pode avaliar a utilidade/veracidade dos conselhos e fazer as melhores escolhas.

A principal diferença que ele notou que havia entre os dois era na forma de pensar, na forma de encarar as coisas. Enquanto um dos pais pensava “O amor ao dinheiro é a causa de todos os problemas”, o outro pensava: “A falta de dinheiro é a causa de todos os problemas”.

Como a maioria dos pais possuem os mesmos sentimentos em relação ao dinheiro que o pai biológico de Robert, eles não ensinam os filhos a investir e contribuem para o anafalbetismo financeiro. É por isso que vemos médicos e advogados bem sucedidos profissionalmente mas em sérios apuros financeiros.

Mas esta não era a única diferença entre os pais dele. O seu pai pobre costuma dizer: “Não posso comprar isso”, ao passo que o outro dizia: “O que posso fazer para comprar isso?”.

Isso mostra uma diferença clara de comportamento e na forma de encarar as coisas. Um já afirmou a sua derrota, a sua limitação. Já o outro, ao criar um questionamento, colocou a sua cabeça para funcionar, refletir, e procurar uma solução para o “problema”.

É essa busca pela solução que fazia com que um se movesse na direção do objetivo enquanto o outro ficava estagnado.

O pai pobre de Robert também tinha a característica de achar que merecia certos benefícios ou direitos (dissídio, previdência, etc) por ter sido um bom empregado. Ele acreditava em direitos adiquiridos por ter sido um bom funcionário e dedicado grande parte de sua vida ao governo. Ele esperava que alguém cuidasse dele.

Já o outro pai acreditava na independência financeira e na auto-suficiência. Acreditava que você deveria ganhar pelos seus resultados. Agora!

Uma outra coisa que o autor teve o privilégio de aprender com o seu pai rico, foi elaborar planejamentos financeiros e estratégicos ao invés de elaborar currículos. Foi muito mais proveitoso para ele, já que é bem mais rentável comprar e fundar empresas do que trabalhar nelas.

Analisando estes 30 anos de convivência com seus pais, o autor disse ter chegado a seis lições básicas. São estas seis lições que dão continuidade ao livro e que colocarei aqui nos próximos resumos.

***

Gostaria de chamar a atenção para o fato de que muito do que o autor diz no primeiro capítulo tem relação com o que T. Harv Eker diz no livro das mentes milionárias.

O primeiro passo está em mudar a sua forma de pensar e de encarar as coisas. Isso faz toda a diferença!

Afinal, segundo Harv, é o seu pensamento que leva ao sentimento, que leva às ações, que por fim produzem resultados.

E você? Como fará para realizar os seus objetivos?

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PAI Rico, PAI Pobre – Introdução

domingo, 23/09/2007

ISBN: 853520623X
Editora: Campus
Autor: Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter

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Este livro trata de desmitificar a idéia de que notas altas e boa formação bastam para garantir o sucesso de alguém. O autor mostra que a formação pode sim ajudar a pessoa em sua vida, mas mostra também que as pessoas saem da escola sem nenhum conhecimento financeiro, o que as leva a ter dificuldades neste campo por toda a vida.

O autor cita o caso de várias pessoas, entre elas gerentes de bancos e contadores, que se confundem ao analisar fundamentos básicos, e que, mesmo sabendo a diferença entre um ativo e um passivo, insistem e te aconselhar de forma errada. Mas eles não fazem isso por maldade. Afinal, eles também tomam as mesmas decisões erradas em suas próprias vidas.

Segundo o autor isso acontece pois o sistema de ensino atual está obsoleto. Isso inclui escola, como entidade, e também os conselhos que recebemos ou damos para as outras pessoas.

Embora o mundo tenha mudado muito nos últimos anos, os conselhos financeiros ainda são os mesmos: “Estude, forme-se e consiga um bom emprego”, “Você precisa passar em um concurso público ou entrar em uma multinacional”, e outros nesta linha.

O fato é a grande maioria das pessoas seguem e propagam estes conselhos. E é por isso que a grande maioria das pessoas não são ricas. Pior, a grande maioria das pessoas vivem em guerra com o dinheiro.

Isso acontece pois nossos pais (e nós também, atualmente) são avessos à riscos. Como eles não aprenderam a investir eles também não nos ensinam. Afinal, eles cresceram ouvindo os pais deles dizer as mesmas coisas. Nós, assim como os nossos pais, crescemos analfabetos financeiros.

Pode até parecer uma boa idéia se formar e conseguir um emprego estável, mas se olharmos por outro ângulo as coisas não são tão belas assim: Você prefere controlar o seu destino ou entregá-lo a alguém? Você pretende depender da previdência para se aposentar? Você prefere ser instruído ou contratar instruídos?

Não é que você não deva se formar ou se qualificar. Você deve fazer isso, mas para o seu crescimento pessoal. Não faça isso pensando em dinheiro ou em emprego. Faça porque você quer aprender algo ou se especializar. Ponto.

As pessoas mais ricas do mundo não têm, e quando muito começaram, curso superior. Podemos citar o CEO da Apple, Steve Jobs ou o fundador das Casas Bahia, Samuel Kein. Se você procurar irá descobrir que a formação não tem um papel decisivo neste ponto.

O problema, na visão do autor, está no fato que você cresce ouvindo estes conselhos, estuda, tira boas notas e se forma. Começa a ganhar algum dinheiro e pode ter um pouco mais de liberdade.

Você começar a morar sozinho e se divertir um pouco mais. Viaja, sai para baladas e conheçe alguém. Vocês começam a namorar e se casam.

No início os dois salários parecem uma bêncão, mas vocês resolvem ter filhos. Com os filhos, você notam a necessidade de comprar uma casa. E fazem um financiamento.

Para pagar o financiamento e a escola dos filhos, vocês se especializam e se tornam melhores funcionários do que já eram. Trabalham mais ou trabalham em outros empregos.

E assim a vida vai, até que seus filhos se formam. E aí eles começam a viver a mesmas história.

Este é o padrão da corrida dos ratos. É quando você corre, corre e não sai do lugar!

Neste livro o autor vai mostrar as razões pelas quais as pessoas, inconscientemente fazem escolhas que as levam a ficar eternamente na corrida dos ratos.

Você verá também que as pessoas que lhe dão os “sábios” conselhos financeiros não possuem uma situação muito melhor que a sua.

Por falar nisso, você já viu algum gerente de banco que seja rico?

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Novo resumo de livro

domingo, 23/09/2007

Começarei publicar aqui, a partir de hoje, o resumo do livro “PAI Rico, PAI Pobre”.

Diferente dos outros resumos, não vou aguardar que todo o resumo esteja concluído para eu publicar. Irei publicando cada capítulo que eu tiver concluído na forma de posts, e após o término, adicionarei uma página com o resumo completo na seção “Resumo de livros”.

Com isso espero prover uma atualização constante do blog ao invés de ficar longos períodos sem adicionar novos conteúdos. Afinal, demoro meses para concluir cada resumo.

Dose dupla

sábado, 15/09/2007

Na época em que aconteceu a história do pedrastation um cara entrou no meu orkut e deixou um recado dizendo que havia acontecido o mesmo com ele, mas que ele não queria divulgar e só queria o telefone de alguém lá dentro para resolver o caso dele, etc.

Eu achei que era uma puta mentira, que o cara estava tirando onda. Mas não é que o cara me apareceu no Jornal Hoje dando entrevista?!

Eu só acredito pois aconteceu bem em um dia que eu resolvi almoçar em casa e vi no jornal. Acabei ficando com um pouco de remorso por não ter dado atenção ao cara.

Agora, depois de mais esse caso, imagino que deve haver uma quadrilha atuando dentro do Submarino. Mais do que nunca virou caso de polícia.

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Vale do Rio Doce realiza split. O 3º desde 2004!

terça-feira, 04/09/2007

A Companhia Vale do Rio Doce (Vale) divulgou um comunicado no fim de agosto avisando que a partir do dia 03/09, o primeiro pregão de setembro, tanto as ações ordinárias (VALE3) quanto as preferenciais (VALE5) sofreriam um desdobramento de 1 para 2.

Na prática, quem tem uma ação passa a ter duas. E cada ação que valia por volta de R$ 80,00, passaram a valer a metade.

Como já expliquei em um outro post nada muda em termos numéricos/financeiro. O que preocupa é que, consultando a página da própria Vale, é possível ver que já houve um split de 1 para 3 em agosto de 2004 e um outro split de 1 para 2 em junho de 2006.

Eu não sei o valor da ação na época de cada split, mas o que se pode identificar é que quem tinha 1 ação antes de agosto de 2004 passou a ter 12 ações após o último split(1 * 3 em 2004. 3 * 2 em 2006. 6 * 2 em 2007). Outro fato que impressiona também é que o último split havia acontecido a menos de 1 ano!

Como já disse no outro artigo, é bom ficar ligado quando o mercado, de uma maneira geral, começa a ter muitos splits. O que dizer então quando uma só companhia faz tantos?

Conheço pessoas que investiram um valor baixo do fundo de garantia em ações da Vale lá pelos idos de 2001/2002. Conheço gente que investiu menos de 3 mil reais e tinha mais de 15 mil reais pouco tempo atrás. Uma multiplicação de 5 vezes no capital!

Agora imagine que esta ação da vale, a VALE5 por exemplo, valesse os mesmos R$ 80,00 em 2002. Multiplicando o valor por 5 teríamos uma ação que valeria R$ 400,00. Bem mais difícil de vender, não acha?

Com os splits, o valor nominal de cada ação diminui, fazendo parecer que estão baratas, o que facilita a venda por parte de quem já comprou e quer realizar o lucro. Afinal é bem mais fácil achar 5 pessoas dispostas a pagar R$ 80,00 por um produto que uma disposta a pagar R$ 400,00.

Outra coisa que facilita a vida de quem quer vender é que após uma alta tão grande, uma grande maioria “ouve falar” da empresa nos jornais, revitas e etc. Daí, essa pessoa vê uma ação da Vale custando, na teoria, R$ 40,00 e uma do Pão de Açúcar custando por volta de R$ 63,00 e logo pensa: “Eu, além de pagar mais barato ainda estou comprar ações da Vale, que está bombando?”. E se entope de VALE5 e VALE3.

Não estou dizendo que você não deve comprar, nem que deve. Só estou querendo alertar que nem tudo é o que parece. Cuidado com o oba-oba e com as dicas.

Vá com calma e faça suas escolhas de forma consciente.

Boa sorte.