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PAI Rico, PAI Pobre – Capítulo 2, Lição 1 – Continuação

quarta-feira, 14/11/2007

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Este post é uma continuação deste outro aqui.

Três semanas após terem aceitado trabalhar de graça, Robert e Mike são convidados pelo Pai Rico para tomarem um sorvete.

Sentados em uma mesa ao ar livre eles são indagados se já estavam aprendendo algo novo. Os dois respondem que não. Na verdade, eles não entendem como poderiam ter aprendido algo novo apenas espanando prateleiras.

Então o Pai Rico os aconselha a começar a pensar para não ficarem como a maioria das pessoas que estã no parque. Ele diz que a maioria daquelas pessoas trabalham muito, por um salário baixo e esperam anciosamente pelas férias anuais e pela aposentadoria.

Pai Rico diz que se isso os empolgar pode lhes oferecer um aumento. E oferece! 0,25 centavos por hora.

Robert até pensou em aceitar, mas as palavras do Pai Rico sobre trabalhar pelo dinheiro ainda estavam frescas em sua mente. Ambos recusaram.

O Pai Rico aumenta a oferta para 1 dólar por hora. Apesar de muito tentador os garotos não aceitam.

Robert quase aceitou no momento em que o Pai Rico ofereceu 2 dólares por hora. Segundo o próprio Robert ele acha que não aceitou pois o seu cérebro deve ter derretido. Afinal, para uma criança, lá pelos idos de 1950, isso era uma fortuna.

Mas eles perceberam que, de alguma forma, estavam sendo testados. O Pai Rico depois os explicou que muitas pessoas se “vendem” para obter uma sensação de segurança.

Depois de novamente concordarem em continuar trabalhando de graça, os garotos aprendem que existem basicamente 2 emoções que conduzem a maioria das pessoas: O medo e a ambição.

O principal medo que a maioria das pessoas têm é o de ficar sem dinheiro. Por este motivo elas acordam cedo, pegam trânsito, ônibus lotado ou deixam de fazer o que realmente gostam.

A ambição costuma aparecer junto com o contra-cheques. Mas não costuma durar muito. Normalmente ela só dura até que você pague todas as suas contas. Depois disso é o medo que toma conta e faz você acordar cedo o resto do mês.

O que as pessoas não percebem, e mesmo que você mostre elas não aceitam, é que o dinheiro controla suas vidas! Elas dormem, acordam e fazem o que fazem em função do dinheiro!

Na verdade, ao trabalhar pelo dinheiro, você não tem o controle da sua vida!

E isso não acontece só com os pobres. Isso acontece, em pior grau, com as pessoas que não entendem isso e conseguem ficar ricas mesmo assim.

As pessoas costumam pensar que se acumularem muito dinheiro terão o seu medo apaziguado. Ledo engando. Na verdade quanto mais dinheiro estas pessoas conseguem, mais aumentam o seu medo.

Estas pessoas passam a ter medo de perder o carro, a casa, de não poder mais andar de avião, etc.

O que o Pai Rico mostrou para eles é que, não importa quanto dinheiro você tenha, se você deixar que suas emoções o controle você sempre terá problemas.

Se você procurar se analisar e prestar atenção nas suas atitudes, verá que normalmente suas ações são baseadas em alguma emoção. Quer um exemplo?

Quando você diz: “Preciso procurar um outro emprego”, você está apenas demonstrando o seu medo de ficar sem dinheiro. Se você fizer uma auto-crítica você perceberá que você mesmo não acredita que isso seja a solução para o seu problema.

No fundo, segundo o Pai Rico, o aumento de salário, os bônus, e afins, funcionam apenas como a cenoura colocada à frente do burro e que o faz correr eternamente e puxar a carroça.

Coitado do burro, amanhã, tudo o que haverá será uma outra cenoura.

Segundo o Pai Rico, o que precisa ser feito é dominar as emoções. Você não pode fazê-las sumir pois você é humano, mas você pode administrá-las. Você não precisa, nem é obrigado, a reagir a elas. Apenas as observe.

Ao recusarem a a oferta de salário os garotos conseguiram dominar suas emoções. Venceram a busca pela segurança(medo) e também controlaram a ambição.

Você deve se concentrar em escolher os seus pensamentos. Só assim você poderá fazer escolhas com base naquilo que realmente deseja. Caso você faça escolhas baseado em suas emoções, por mais que você tenha muito dinheiro, não passará de um escravo bem pago.

Esta é a lição mais difícil de ser aprendida, de acordo com o Pai Rico. Mas é o único caminho para que você possa ser rico em todos os sentidos e usufruir da liberdade que o dinheiro pode proporcionar.

Não faça suas escolhas baseadas no dinheiro, pois no fundo você apenas estará sendo dominado por suas emoções.

***

Você faz o que realmente gosta? Do jeito que gosta? Ou toma suas decisões baseado no medo de não ter mais dinheiro?

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PAI Rico, PAI Pobre – Capítulo 2, Lição 1 – Os ricos não trabalham pelo dinheiro

terça-feira, 02/10/2007

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Aqui o autor narra como, na sua infância, por mero acidente geográfico, veio a estudar na escola dos garotos ricos. Isso só aconteceu devido à forma como os distritos escolares eram dividos.

Um dia, depois de ver um colega da escola ir passar o fim de semana na praia com a família, e de carro novo, Robert perguntou para seu pai o que deveria fazer para ficar rico.

Seu pai desconversou, afinal não sabia mesmo, e apenas disse que ele precisava encontrar uma forma de fazer dinheiro.

Eis que nas próximas semanas, ele e Mike, seu melhor amigo, ficaram percorrendo as casas da vizinhança para juntar tubo de pastas de dentes vazios. Quase um mês depois os dois iniciaram o seu primeiro negócio.

Eles estavam derrentendo o alumínio dos tubos de pasta de dentes e fazendo, literalmente, dinheiro. Estavam criando suas próprias moedas.

É claro que ele foi repreendido pelo seu pai, mas acabou recebendo os parabéns por ter tentado. O pai de Robert os encorajou e aconselhou que continuassem tentando.

O pai de Robert disse para procurarem o pai de Mike, pois ele ouviu o gerente do banco dizer que as finanças dele iam muito bem. E é o que fazem.

Mike conversou com o seu pai, que depois os recebeu para uma conversa sobre o emprego no sábado pela manhã. O pai de Mike disse que se ambos resolvessem trabalhar para ele aprederiam na prática, e que não apenas sentariam e ficariam ouvindo, como na escola. Era pegar ou largar.

Ambos aceitam a oferta, mas apenas depois descobrem que iriam ganhar $ 0,10 por hora, e trabalhar 3 horas todos os sábados.

O trabalho consistia em espanar latas e era enfadonho. Ainda assim Robert resistiu 3 semanas sem reclamar, mas começou a pensar que não estava valendo à pena perder os jogos de basebol dos sábados, já que nunca mais tinha visto o pai de Mike e não achava que estivesse aprendendo algo de útil.

Ao comentar sua insatisfação com Mike, este lhe diz que seu pai já imagina que ele poderia desisitr e diz que o seu pai quer vê-lo no próximo fim de semana.

No fim de semana seguinte, lá foi Robert, decidido a largar o “emprego” se não ganhasse pelo menos $0,25 por hora. Ele também já estava preparado para dizer que achava que o seu futuro Pai Rico não passava de um explorador de trabalho infantil.

Robert desabafou e disse que não aprendeu nada de útil nas últimas 3 semanas, e que ainda ganhava um mixaria.

Mas o Pai Rico era um homem experiente e explicou que ensinar não significa falar. Disse que Robert precisa aprender as lições da vida. O Pai Rico tenta mostrar para ele que o estava “empurrando” assim como a vida normalmente faz com a gente.

Segundo o Pai Rico, muitas pessoas recebem os empurrões da vida mas não precebem e não se mexem. Apenas aguentam o tranco e pronto, ou, no máximo, “mudam de lugar” para não sofrerem mais nenhum “esbarrão”.

Pai Rico mostrou que o fato dele ter ficado indignado e expressado isso era uma atitude positiva, pois as pessoas não devem se acomodar e começar a aceitar e que o valor do seu contra-cheques é aquele e pronto.

As pessoas também não devem simplesmente ser fracas e desistir de tudo. Elas devem lutar pelo que acreditam e acham justo.

O Pai Rico também ressaltou que, apesar de ser dono de várias lojas e ter muitos empregados, nenhum deles jamais o perguntou como fazer para ganhar dinheiro. O máximo que se permitiam era pedir um aumento.

Acontece que um aumento de salário é uma solução de curto prazo para um problema de longo prazo, pois não adianta você conseguir mais dinheiro se você não tem conhecimento financeiro.

Se você reparar bem, verá que conhece várias pessoas que ganham bastante dinheiro e ainda assim vivem em dificuldades financeiras, do mesmo jeito que viviam quando ganhavam menos. Se você não souber lidar com pouco dinheiro não conseguirá lidar com muito.

A solução para este “problema”, segundo o Pai Rico, é você aceitar que nem o seu chefe nem os outros são o problema. Você precisa entender que você é o problema e que você não pode mudar as outras pessoas. Mas pode mudar a si mesmo, o que é bem mais fácil.

Tudo o que você precisa fazer a passar comandar a sua própria vida e a tomar suas próprias decisões. Você precisa fazer as coisas acontecerem e não esperar que as coisas aconteçam.

Faça-se valer mais e lhe pagarão mais. Talvez não o seu chefe atual, mas pagarão. Faça-se ter melhor educação financeira e conseguirá ganhar mais dinheiro. Faça, não espere.

O Pai Rico também ensinou a Robert que você não deve trabalhar pelo dinheiro. Você deve fazer o dinheiro trabalhar para você.

Isso pode soar estranho, já que sempre ouvimos na escola e em casa que devemos arranjar um emprego com um bom salário no fim do mês.

No fundo esta atitude nada mais é que uma busca pela segurança, motivada pelo medo. Na verdade, como você não se sente capaz de comandar o seu próprio futuro, você o entrega ao comando de outra pessoa.

Segundo o Pai Rico, esta segurança é falsa, pois como foi discutido antes a previdência está quebrada e nada impede que você seja demitido a qualquer momento.

Sendo assim, ele aconselhou Robert a deixar de trabalhar pelo dinheiro e trabalhar para aprender como as coisas funcionam. Como os ricos fazem.

Robert entendeu a mensagem e começou a achar que realmente estava aprendendo algo útil em seu novo emprego. Ele estava simpatizando com tudo que o Pai Rico dissera, mas não contava com o último golpe, o mais duro: Ele não receberia mais nem um tostão pelo trabalho.

Ele trabalharia as mesmas 3 horas todos os sábados sem ganhar nada! Afinal, era para ele aprender a não trabalhar pelo dinheiro.

É claro que ele não gostou e reclamou, mas o Pai Rico deu uma alternativa para ele: “Você pode fazer igual a todo mundo e, achando que o seu salário não é suficiente pode pedir demissão e mudar de emprego. Assim, se tudo der certo, você fica igual ao seu pai, que ganha rios de dinheiro do estado somente para se endividar ainda mais”.

Era pegar ou largar, e Robert aceitou.

***

Muitas das coisas que o autor mostra, novamente, coincidem com o que T. Harv Eker diz no seu livro.

No caso de fazer as coisas acontecerem ao invés de esperar que aconteçam, ele explica isso no arquivo #1 da riqueza.

Já no caso da busca por um emprego com um bom salário no fim do mês, Harv mostra no arquivo #11 que as pessoas de mentalidade pobre preferem ganhar pelo tempo despendido ao invés de ganhar pelos resultados.

E no arquivo #15 Harv mostra que as pessoas pobres dão duro pelo dinheiro, ao passo que os ricos fazem o dinheiro dar duro para eles.

Como podemos ver, não é apenas uma pessoa que está dizendo.

E você? Você trabalha pelo dinheiro ou o dinheiro trabalha para você?

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PAI Rico, PAI Pobre – Capítulo 1

terça-feira, 25/09/2007

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Neste capítulo Robert Kiyosaki conta como foi ter dois pais, e é daí que vem o nome do livro.

O autor conta que devido ao fato de ter tido dois pais com pensamentos tão contrastantes, pode ouvir, analisar, e ver o real resultado do que cada um lhe dizia sobre o mundo das finanças.

No começo, ambos os pais estavam em um patamar próximo, mas alguns anos depois um deles havia se tornado o homem mais rico do Havaí enquanto o outro ainda fazia contas para pagar as dívidas no fim do mês.

Curiosamente o pai pobre de Robert Kiyosaki era o mais pobre e também o mais estudado. Seu pai biológico era professor com PhD e graduação, e sempre acreditou que o filho deveria estudar, tirar boas notas e conseguir um bom emprego.

Já o outro pai dele – depois veremos que era o pai de um amigo – que não tinha o segundo grau completo, se tornou o mais rico do estado e o aconselhava a estudar para adiquirir os conhecimentos que achasse necessário sobre algo, mas não para conseguir um título.

Ele teve a sorte de poder acompanhar a evolução – ou não – dos dois desde muito cedo e por muito tempo: dos 9 aos 39 anos. Com isso ele pode avaliar a utilidade/veracidade dos conselhos e fazer as melhores escolhas.

A principal diferença que ele notou que havia entre os dois era na forma de pensar, na forma de encarar as coisas. Enquanto um dos pais pensava “O amor ao dinheiro é a causa de todos os problemas”, o outro pensava: “A falta de dinheiro é a causa de todos os problemas”.

Como a maioria dos pais possuem os mesmos sentimentos em relação ao dinheiro que o pai biológico de Robert, eles não ensinam os filhos a investir e contribuem para o anafalbetismo financeiro. É por isso que vemos médicos e advogados bem sucedidos profissionalmente mas em sérios apuros financeiros.

Mas esta não era a única diferença entre os pais dele. O seu pai pobre costuma dizer: “Não posso comprar isso”, ao passo que o outro dizia: “O que posso fazer para comprar isso?”.

Isso mostra uma diferença clara de comportamento e na forma de encarar as coisas. Um já afirmou a sua derrota, a sua limitação. Já o outro, ao criar um questionamento, colocou a sua cabeça para funcionar, refletir, e procurar uma solução para o “problema”.

É essa busca pela solução que fazia com que um se movesse na direção do objetivo enquanto o outro ficava estagnado.

O pai pobre de Robert também tinha a característica de achar que merecia certos benefícios ou direitos (dissídio, previdência, etc) por ter sido um bom empregado. Ele acreditava em direitos adiquiridos por ter sido um bom funcionário e dedicado grande parte de sua vida ao governo. Ele esperava que alguém cuidasse dele.

Já o outro pai acreditava na independência financeira e na auto-suficiência. Acreditava que você deveria ganhar pelos seus resultados. Agora!

Uma outra coisa que o autor teve o privilégio de aprender com o seu pai rico, foi elaborar planejamentos financeiros e estratégicos ao invés de elaborar currículos. Foi muito mais proveitoso para ele, já que é bem mais rentável comprar e fundar empresas do que trabalhar nelas.

Analisando estes 30 anos de convivência com seus pais, o autor disse ter chegado a seis lições básicas. São estas seis lições que dão continuidade ao livro e que colocarei aqui nos próximos resumos.

***

Gostaria de chamar a atenção para o fato de que muito do que o autor diz no primeiro capítulo tem relação com o que T. Harv Eker diz no livro das mentes milionárias.

O primeiro passo está em mudar a sua forma de pensar e de encarar as coisas. Isso faz toda a diferença!

Afinal, segundo Harv, é o seu pensamento que leva ao sentimento, que leva às ações, que por fim produzem resultados.

E você? Como fará para realizar os seus objetivos?

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PAI Rico, PAI Pobre – Introdução

domingo, 23/09/2007

ISBN: 853520623X
Editora: Campus
Autor: Robert T. Kiyosaki / Sharon L. Lechter

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Este livro trata de desmitificar a idéia de que notas altas e boa formação bastam para garantir o sucesso de alguém. O autor mostra que a formação pode sim ajudar a pessoa em sua vida, mas mostra também que as pessoas saem da escola sem nenhum conhecimento financeiro, o que as leva a ter dificuldades neste campo por toda a vida.

O autor cita o caso de várias pessoas, entre elas gerentes de bancos e contadores, que se confundem ao analisar fundamentos básicos, e que, mesmo sabendo a diferença entre um ativo e um passivo, insistem e te aconselhar de forma errada. Mas eles não fazem isso por maldade. Afinal, eles também tomam as mesmas decisões erradas em suas próprias vidas.

Segundo o autor isso acontece pois o sistema de ensino atual está obsoleto. Isso inclui escola, como entidade, e também os conselhos que recebemos ou damos para as outras pessoas.

Embora o mundo tenha mudado muito nos últimos anos, os conselhos financeiros ainda são os mesmos: “Estude, forme-se e consiga um bom emprego”, “Você precisa passar em um concurso público ou entrar em uma multinacional”, e outros nesta linha.

O fato é a grande maioria das pessoas seguem e propagam estes conselhos. E é por isso que a grande maioria das pessoas não são ricas. Pior, a grande maioria das pessoas vivem em guerra com o dinheiro.

Isso acontece pois nossos pais (e nós também, atualmente) são avessos à riscos. Como eles não aprenderam a investir eles também não nos ensinam. Afinal, eles cresceram ouvindo os pais deles dizer as mesmas coisas. Nós, assim como os nossos pais, crescemos analfabetos financeiros.

Pode até parecer uma boa idéia se formar e conseguir um emprego estável, mas se olharmos por outro ângulo as coisas não são tão belas assim: Você prefere controlar o seu destino ou entregá-lo a alguém? Você pretende depender da previdência para se aposentar? Você prefere ser instruído ou contratar instruídos?

Não é que você não deva se formar ou se qualificar. Você deve fazer isso, mas para o seu crescimento pessoal. Não faça isso pensando em dinheiro ou em emprego. Faça porque você quer aprender algo ou se especializar. Ponto.

As pessoas mais ricas do mundo não têm, e quando muito começaram, curso superior. Podemos citar o CEO da Apple, Steve Jobs ou o fundador das Casas Bahia, Samuel Kein. Se você procurar irá descobrir que a formação não tem um papel decisivo neste ponto.

O problema, na visão do autor, está no fato que você cresce ouvindo estes conselhos, estuda, tira boas notas e se forma. Começa a ganhar algum dinheiro e pode ter um pouco mais de liberdade.

Você começar a morar sozinho e se divertir um pouco mais. Viaja, sai para baladas e conheçe alguém. Vocês começam a namorar e se casam.

No início os dois salários parecem uma bêncão, mas vocês resolvem ter filhos. Com os filhos, você notam a necessidade de comprar uma casa. E fazem um financiamento.

Para pagar o financiamento e a escola dos filhos, vocês se especializam e se tornam melhores funcionários do que já eram. Trabalham mais ou trabalham em outros empregos.

E assim a vida vai, até que seus filhos se formam. E aí eles começam a viver a mesmas história.

Este é o padrão da corrida dos ratos. É quando você corre, corre e não sai do lugar!

Neste livro o autor vai mostrar as razões pelas quais as pessoas, inconscientemente fazem escolhas que as levam a ficar eternamente na corrida dos ratos.

Você verá também que as pessoas que lhe dão os “sábios” conselhos financeiros não possuem uma situação muito melhor que a sua.

Por falar nisso, você já viu algum gerente de banco que seja rico?

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Novo resumo de livro

domingo, 23/09/2007

Começarei publicar aqui, a partir de hoje, o resumo do livro “PAI Rico, PAI Pobre”.

Diferente dos outros resumos, não vou aguardar que todo o resumo esteja concluído para eu publicar. Irei publicando cada capítulo que eu tiver concluído na forma de posts, e após o término, adicionarei uma página com o resumo completo na seção “Resumo de livros”.

Com isso espero prover uma atualização constante do blog ao invés de ficar longos períodos sem adicionar novos conteúdos. Afinal, demoro meses para concluir cada resumo.